Sol. Muito sol. O fim de semana dos dias 4 e 5 de fevereiro foi um dos mais quentes do ano. Marcos e eu nos deslocamos 50km de São Pedro da Aldeia até Saquarema para assistir mais uma edição do Saquarema Bowl.
Durante as primeiras horas do evento, conversamos com atletas e organizadores enquanto tentavamos inutilmente nos esconder do sol. O kickoff do primeiro jogo entre os donos da casa, o Saquarema Vickings e o Região dos Lagos Hammerheads já nos mostrou o tamanho da rivalidade entre as duas equipes.
O #12 dos Vickings fez um lindo TD corrido ainda no primeiro quarto, com o extra point convertido pelo #85. Ainda no primeiro quarto, o Hammerheads mostrou ineficiencia nos passes longos, com o QB#82 sendo interceptado e sackado 2 vezes. Em um avanço milagroso até a linha de 27 jardas, a tentativa de Field Goal do #22 falhou em ser transformada em pontos.
O Hammerheads reagiu bem no segundo quarto, com um bom drive misturando passes de médio alcance e corridas entre os gaps da defesa do Vickings. A campanha terminou com um TD do #79 com passe do QB #82 e uma conversão de 2pts no extra point em um mini-towchdown corrido com o #82 após o péssimo snap para o chute. Falha da defesa dos Vickings que deixou uma avenida para ser corrida até a endzone, saindo para o intervalo perdendo de 8 a 7.
O segundo tempo foi ainda mais nervoso, com choques de maior intensidade nos tackles, resultando em 2 fumbles dos Vickings. Um deles foi recuperado, o outro resultou em uma campanha dos Hammerheads que levou o #22 a tentar um outro Field Goal sem sucesso. Os Vickings também lançaram uma estranha jogada com um passe do #11 que resultou em interceptação.
Saltou aos nossos olhos o cansaço da defesa do Hammerheads, que falhou na cobertura dos flancos durante o ultimo quarto. Os Vickings chutaram um bom field goal com o #85, administraram o cronometro e sairam vitoriosos da primeira partida do Saquarema Bowl.
VICKINGS 10 X 8 HAMMERHEADS
O segundo jogo aconteceu sob um sol ainda mais intenso e o calor colocou Falcões da Barra e o América Red Lions em uma batalha de condicionamento físico e muita força no encontro entre a pesada linha de ataque do Red Lions e a boa defesa dos Falcões.
O jogo tinha como destaque a presença do QB #4, Mamão, que integra também as equipes do Fluminense Imperadores e a Seleção Brasileira de FA.
Mamão foi muito pressionado durante todo o jogo. Acertou alguns passes, mas não conseguiu recuperar o território perdido nas 3 vezes em que foi sackado na brilhante exibição do #75 da defesa dos Falcões. O Red Lions conseguiu apenas um field goal em um bom chute do #74.
A defesa dos Falcões esteve muito concentrada na cobertura dos passes, contando com ótimas atuações dos safeties. O ataque dos Falcões encontrou muita dificuldade no primeiro quarto, mas foi encontrando falhas na cobertura dos linebackers e investiu numa tonelada de jogadas de corrida durante todo o jogo, mas especialmente efetivas durante o segundo tempo, quando chutaram o #4 chutou o field goal que empatou o jogo e levou a decisão para o Overtime.
No Overtime o QB Mamão foi sackado mais uma vez pelo #75 dos Falcões. No mesmo drive, o #74 não conseguiu converter um field goal e a bola foi devolvida aos Falcões.
O QB #17 tentou um passe para a endzone e foi intercepetado. A partir daquele momento, qualquer pontuação terminaria com o jogo. Bola no QB#4 do Red Lions e... INTERCEPTADO. A bola voltou para a equipe dos Falcões que dessa vez não desperdiçou o chute e o #4 saiu como o herói da partida, convertendo 2 dos 3 field goals que levaram sua equipe as semi-finais.
FALCÕES 6 X 3 RED LIONS
Quem viu a terceira partida entre o Rio de Janeiro Sharks e o Botafogo Reptiles, assistiu a um show das duas defesas. Boas coberturas nos passes, muita pressão nos QBs e no caso dos Reptiles, grandes participações do #1, Loan, no time especial retornando punts. O QB #88 dos Falcões teve escassas opções de passe, as rotas IN e POST estavam impecavelmente cobertas. O exesso de tempo com a bola na mão fez com que ele fosse sackado 2 vezes! Uma pelo #68 e uma pelo #98 e ainda interceptado uma vez pelo #32. Essa interceptação fez com que o time do Shark conseguisse uma boa posição para o field goal. Naquele momento, o #37 talvez tenha desprezado o efeito do forte vento contra e perdeu a oportunidade de colocar os Sharks na frente no placar.
Defesa também foi exemplar no time do Reptiles, o #55 sackou duas vezes o #4 e após um lindo retorno do #1, conseguiu um bom passe para TD na conexão do QB#88 para o #18. Após uma falha na conversão do extra point, era hora do Reptiles segurar a ultima investida do Sharks.
Talvez o ataque dos Sharks não tenha produzido mais, por conta dos hurries que recebiam. É injusto colocar a culpa somente na linha ofensiva, porque as blitz até aconteciam e não resultavam em sacks, mas as rotas dos WR pareciam muito previsíveis e o RB nunca encontrava espaço nas trincheiras para ganhar território. Esse desespero resultou em uma interceptação do QB#4 depois de uma tentativa de Hail Mary nos momentos finais do jogo. O #1 saiu com a bola nas mãos para comemorar a vitória dos Reptiles.
Em entrevista, Anderson Brauer, jogador do Sharks, compartilhou a dificuldade da equipe em trazer mais atletas para Saquarema e destacou bom desempenho defensivo da equipe. Mostrou-se muito otimista em relação ao Carioca Bowl nos esclareceu também alguns detalhes sobre a organização do evento.
SHARKS 0 X 6 REPTILES
Já estavamos mortos e com queimaduras de primeiro grau quando o Cabufas isolou a bola no kickoff contra o Tatuís. Eu particularmente acreditei em uma vitória fácil do Cabufas, quando ainda no primeiro quarto tudo parecia dar certo. Um lindo sack do #44 em cima do QB#17, passes completos, boa corridas... A equipe parecia estar no caminho certo. Tudo começou a mudar quando o #4 lançou para uma interceptação do defensor #69 dos Tatuís. A partir daquele ponto, as coisas começaram a mudar e o jogo ficou de igual pra igual.
Passe do QB#4 para o #80. Towchdown! Bom extra point do camisa #18. O Cabufas estava na frente, mas não por muito tempo. Em um belo retorno de quase 70 jardas, o #22, Levi, a equipe do Tatuís ficou em uma ótima posição para a campanha que resultou em um TD corrido do #28. O chute do #87 também foi bom e a partida estava empatada.
Boas corridas dos Tatuís já mostravam a fragilidade da cobertura do Cabufas. O sol ia baixando e as bolas aéreas começaram a ficar cada vez mais raras na partida. E foi esperando uma corrida que uma linda conexão de quase 40 jardas, saindo de uma jogada onde o lançador foi o #28 do Tatuís com recepção do #16 colocaram eles cara a cara com a Endzone. O sol já tinha quase ido embora quando o #28 correu para o ultimo touchdown do dia. O extra point não convertido pelo #87 já não faria mais diferença porque o cronometro do jogo já estava chegando ao fim.
Gostaria de destacar um excelente bloqueio de PUNT feito pelo time especial do Tatuís, com o camisa #16 entrando sem marcação e quase tackleando o punter do Cabufas...
CABUFAS 7 X 13 TATUÍS
Voltamos para São Pedro da Aldeia muito empolgados com o nível demonstrado pelas equipes. Não tivemos festival de TD, nem placares elásticos. Mas ficamos um pouco chateados com os atrasos nos horários dos jogos. Acredito que tudo isso seja muito normal, visto a quantidade de faltas, principalmente no segundo e terceiro jogos. Estavamos animados para as finais de domingo. Quem vai contar essa história é o Marcos no próximo post.
Gostaria de pedir também para aqueles que conhecem os atletas das numerações citadas se manifestarem, porque algumas vezes nós não conseguiamos saber o nome dos atletas porque não tinha no uniforme da equipe.
Durante as primeiras horas do evento, conversamos com atletas e organizadores enquanto tentavamos inutilmente nos esconder do sol. O kickoff do primeiro jogo entre os donos da casa, o Saquarema Vickings e o Região dos Lagos Hammerheads já nos mostrou o tamanho da rivalidade entre as duas equipes.
O #12 dos Vickings fez um lindo TD corrido ainda no primeiro quarto, com o extra point convertido pelo #85. Ainda no primeiro quarto, o Hammerheads mostrou ineficiencia nos passes longos, com o QB#82 sendo interceptado e sackado 2 vezes. Em um avanço milagroso até a linha de 27 jardas, a tentativa de Field Goal do #22 falhou em ser transformada em pontos.
O Hammerheads reagiu bem no segundo quarto, com um bom drive misturando passes de médio alcance e corridas entre os gaps da defesa do Vickings. A campanha terminou com um TD do #79 com passe do QB #82 e uma conversão de 2pts no extra point em um mini-towchdown corrido com o #82 após o péssimo snap para o chute. Falha da defesa dos Vickings que deixou uma avenida para ser corrida até a endzone, saindo para o intervalo perdendo de 8 a 7.
O segundo tempo foi ainda mais nervoso, com choques de maior intensidade nos tackles, resultando em 2 fumbles dos Vickings. Um deles foi recuperado, o outro resultou em uma campanha dos Hammerheads que levou o #22 a tentar um outro Field Goal sem sucesso. Os Vickings também lançaram uma estranha jogada com um passe do #11 que resultou em interceptação.
Saltou aos nossos olhos o cansaço da defesa do Hammerheads, que falhou na cobertura dos flancos durante o ultimo quarto. Os Vickings chutaram um bom field goal com o #85, administraram o cronometro e sairam vitoriosos da primeira partida do Saquarema Bowl.
VICKINGS 10 X 8 HAMMERHEADS
O segundo jogo aconteceu sob um sol ainda mais intenso e o calor colocou Falcões da Barra e o América Red Lions em uma batalha de condicionamento físico e muita força no encontro entre a pesada linha de ataque do Red Lions e a boa defesa dos Falcões.
O jogo tinha como destaque a presença do QB #4, Mamão, que integra também as equipes do Fluminense Imperadores e a Seleção Brasileira de FA.
Mamão foi muito pressionado durante todo o jogo. Acertou alguns passes, mas não conseguiu recuperar o território perdido nas 3 vezes em que foi sackado na brilhante exibição do #75 da defesa dos Falcões. O Red Lions conseguiu apenas um field goal em um bom chute do #74.
A defesa dos Falcões esteve muito concentrada na cobertura dos passes, contando com ótimas atuações dos safeties. O ataque dos Falcões encontrou muita dificuldade no primeiro quarto, mas foi encontrando falhas na cobertura dos linebackers e investiu numa tonelada de jogadas de corrida durante todo o jogo, mas especialmente efetivas durante o segundo tempo, quando chutaram o #4 chutou o field goal que empatou o jogo e levou a decisão para o Overtime.
No Overtime o QB Mamão foi sackado mais uma vez pelo #75 dos Falcões. No mesmo drive, o #74 não conseguiu converter um field goal e a bola foi devolvida aos Falcões.
O QB #17 tentou um passe para a endzone e foi intercepetado. A partir daquele momento, qualquer pontuação terminaria com o jogo. Bola no QB#4 do Red Lions e... INTERCEPTADO. A bola voltou para a equipe dos Falcões que dessa vez não desperdiçou o chute e o #4 saiu como o herói da partida, convertendo 2 dos 3 field goals que levaram sua equipe as semi-finais.
FALCÕES 6 X 3 RED LIONS
Quem viu a terceira partida entre o Rio de Janeiro Sharks e o Botafogo Reptiles, assistiu a um show das duas defesas. Boas coberturas nos passes, muita pressão nos QBs e no caso dos Reptiles, grandes participações do #1, Loan, no time especial retornando punts. O QB #88 dos Falcões teve escassas opções de passe, as rotas IN e POST estavam impecavelmente cobertas. O exesso de tempo com a bola na mão fez com que ele fosse sackado 2 vezes! Uma pelo #68 e uma pelo #98 e ainda interceptado uma vez pelo #32. Essa interceptação fez com que o time do Shark conseguisse uma boa posição para o field goal. Naquele momento, o #37 talvez tenha desprezado o efeito do forte vento contra e perdeu a oportunidade de colocar os Sharks na frente no placar.
Defesa também foi exemplar no time do Reptiles, o #55 sackou duas vezes o #4 e após um lindo retorno do #1, conseguiu um bom passe para TD na conexão do QB#88 para o #18. Após uma falha na conversão do extra point, era hora do Reptiles segurar a ultima investida do Sharks.
Talvez o ataque dos Sharks não tenha produzido mais, por conta dos hurries que recebiam. É injusto colocar a culpa somente na linha ofensiva, porque as blitz até aconteciam e não resultavam em sacks, mas as rotas dos WR pareciam muito previsíveis e o RB nunca encontrava espaço nas trincheiras para ganhar território. Esse desespero resultou em uma interceptação do QB#4 depois de uma tentativa de Hail Mary nos momentos finais do jogo. O #1 saiu com a bola nas mãos para comemorar a vitória dos Reptiles.
Em entrevista, Anderson Brauer, jogador do Sharks, compartilhou a dificuldade da equipe em trazer mais atletas para Saquarema e destacou bom desempenho defensivo da equipe. Mostrou-se muito otimista em relação ao Carioca Bowl nos esclareceu também alguns detalhes sobre a organização do evento.
SHARKS 0 X 6 REPTILES
Já estavamos mortos e com queimaduras de primeiro grau quando o Cabufas isolou a bola no kickoff contra o Tatuís. Eu particularmente acreditei em uma vitória fácil do Cabufas, quando ainda no primeiro quarto tudo parecia dar certo. Um lindo sack do #44 em cima do QB#17, passes completos, boa corridas... A equipe parecia estar no caminho certo. Tudo começou a mudar quando o #4 lançou para uma interceptação do defensor #69 dos Tatuís. A partir daquele ponto, as coisas começaram a mudar e o jogo ficou de igual pra igual.
Passe do QB#4 para o #80. Towchdown! Bom extra point do camisa #18. O Cabufas estava na frente, mas não por muito tempo. Em um belo retorno de quase 70 jardas, o #22, Levi, a equipe do Tatuís ficou em uma ótima posição para a campanha que resultou em um TD corrido do #28. O chute do #87 também foi bom e a partida estava empatada.
Boas corridas dos Tatuís já mostravam a fragilidade da cobertura do Cabufas. O sol ia baixando e as bolas aéreas começaram a ficar cada vez mais raras na partida. E foi esperando uma corrida que uma linda conexão de quase 40 jardas, saindo de uma jogada onde o lançador foi o #28 do Tatuís com recepção do #16 colocaram eles cara a cara com a Endzone. O sol já tinha quase ido embora quando o #28 correu para o ultimo touchdown do dia. O extra point não convertido pelo #87 já não faria mais diferença porque o cronometro do jogo já estava chegando ao fim.
Gostaria de destacar um excelente bloqueio de PUNT feito pelo time especial do Tatuís, com o camisa #16 entrando sem marcação e quase tackleando o punter do Cabufas...
CABUFAS 7 X 13 TATUÍS
Voltamos para São Pedro da Aldeia muito empolgados com o nível demonstrado pelas equipes. Não tivemos festival de TD, nem placares elásticos. Mas ficamos um pouco chateados com os atrasos nos horários dos jogos. Acredito que tudo isso seja muito normal, visto a quantidade de faltas, principalmente no segundo e terceiro jogos. Estavamos animados para as finais de domingo. Quem vai contar essa história é o Marcos no próximo post.
Gostaria de pedir também para aqueles que conhecem os atletas das numerações citadas se manifestarem, porque algumas vezes nós não conseguiamos saber o nome dos atletas porque não tinha no uniforme da equipe.














